O


MARÍA JOAO, DULCE PONTES, SARA TAVARES, NANCY VIEIRA, MANUELA AZEVEDO
LUANDA COZETTI, SOFIA VITÓRIA,
MARISA LIZ, FILIPA PAIS e OLGA CERPA

MADRID
 
Presentación del nuevo disco de canciones de

J
ÚLIO PEREIRA
graffiti

 

PRESENTACIÓN A MEDIOSs
Jueves, 28 de octubre, 12.30 h
MADRID Forum FNAC Callao

(C/ Preciados, 28 – Metro Callao)

 Durante la presentación se interpretarán algunas
de las canciones en acústico de
GRAFFITI

Contacto para los medios PILAR GONZÁLEZ
tregon comunicaciones 
M. +34  627 094 931
pilar@pilargonzalez.org

 

 

"Graffiti" de Júlio Pereira premiado

O mais recente disco de Júlio Pereira vai ser distinguido no dia 15 de Outubro pelo Orfeão de Leiria Conservatório de Artes com o prémio “Melhor Disco do Ano”, no âmbito da 18ª edição da entrega dos “Troféus Pedrada no Charco”.

Estes prémios, uma tradição no panorama cultural português, já distinguiram em edições anteriores, Carlos do Carmo, José Mário Branco, Sérgio Godinho, David Fonseca, Rita Redshoes, e outros.

"Graffiti" marca o regresso de Júlio Pereira aos discos. Editado em Julho, este novo projecto contou com a participação especial de 10 artistas convidadas: Sara Tavares, Dulce Pontes, Olga Cerpa, Maria João, Nancy Vieira, Sofia Vitória, Manuela Azevedo, Filipa Pais, Marisa Liz  e Luanda Cozetti.

Com uma carreira marcadamente instrumental o autor decidiu, desta vez, fazer um álbum de canções. Convidou Tiago Torres da Silva para escrever as letras e Tiago Taron para desenhar o universo de cada uma delas. O disco conta ainda, além da participação das cantoras, dos músicos Miguel Veras, Laurent Filipe e Quico Serrano.

E assim surge para Júlio Pereira mais um trabalho premiado.


 

Trinta e quatro anos passados sobre a sua estreia a solo, precisamente com um disco de canções, "Fernandinho Vai ao Vinho", Júlio Pereira volta às canções mas desta vez com a vantagem de um percurso riquíssimo em experiências sonoras. A voz, neste "Graffiti", é mais um instrumento que ele "toca", ao dar às cantoras convidadas o tom necessário. O que, se por um lado as "despe" parcialmente do seu próprio estilo vocal (o que sucede com Dulce Pontes, por exemplo, e com resultados surpreendentes), por outro permite ao disco ostentar uma homegeneidade de outro modo impossível. As canções, todas elas com música de Júlio Pereira e letra de Tiago Torres da Silva (os desenhos da Tiago Taron seguem-nos como se fossem, eles próprios, um "instrumento" visual e gráfico), são entregues com GPS sonoro a Sara Tavares, Dulce Pontes, Olga Cerpa, Marisa Liz (que assina um dos grandes momentos do disco), Manuela Azevedo, Nancy Vieira, Manuela Azevedo, Maria João (a canção mais contagiante), Sofia Vitória, Filipa Pais (talvez o melhor poema, numas saias transnacionais) e Luanda Cozetti (com uma letra viva, feita bem à sua medida). E o resultado final, mais do que às cantoras, que têm em geral prestações muito boas, deve-se ao toque próprio de Júlio Pereira, que desta vez contou com o melhor e mais difícil instrumento do mundo, a voz. E multiplicado por dez.


 

myspace - júlio pereira | graffiti    facebook - julio pereira | projecto graffiti

 

 

Management:  alain@vachier.pt
+351 969 034 922 +351 214 168 300
www.myspace.com/alainvachier

 
 

www.juliopereira.pt